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Setembro Vermelho alerta para as cardiopatias congênitas

cardiopatia congênita

Segunda maior causa de morte em crianças até 1 ano, as doenças cardíacas também podem se manifestar mais tarde.

 

As cardiopatias congênitas são más-formações na estrutura do coração. As mais graves são diagnosticadas ainda no ventre da mãe, mas elas podem se manifestar durante a infância, a adolescência e até na vida adulta.

 

Neste texto, você vai descobrir quais são essas cardiopatias e também como é possível diagnosticá-las precocemente para minimizar as consequências para o organismo.

Cardiopatias são doenças provocadas por más-formações na estrutura do coração. Elas acontecem ainda na fase do desenvolvimento dos embriões e podem impedir ou dificultar a circulação.

O diagnóstico precoce, ainda durante o pré-natal, pode salvar a vida dos bebês.

O ecocardiograma fetal é o exame realizado para confirmar essas doenças. Os casos mais graves exigem cirurgias minimamente invasivas, ainda no ventre da mãe.

As principais cardiopatias congênitas são as alterações na válvula cardíaca, como a válvula aórtica bicúspide, que é quando a válvula aórtica tem dois folhetos e não três. O estreitamento e até o fechamento total das válvulas também é comum. Vazamentos ou mesmo o não fechamento correto das válvulas são outras doenças classificadas como cardiopatias congênitas. Isso pode fazer com que o sangue retorne ao coração em vez de seguir seu fluxo, provocando insuficiência cardíaca.

As alterações nas paredes entre os átrios e os ventrículos do coração também são cardiopatias congênitas. Levam aos shunts, isto é, furos ou passagens entre as câmaras direita e esquerda, provocando a mistura do sangue oxigenado com o não oxigenado. O fluxo pode ser invertido e afetar todo o organismo.

A terceira cardiopatia mais comum são as anormalidades no músculo cardíaco ou ventrículos.

As cardiopatias congênitas são a segunda maior causa de morte em crianças de até 1 ano. No Brasil, atingem 1 em cada 100 crianças, por isso, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que os recém-nascidos façam o teste do coraçãozinho ainda na maternidade.

O teste é realizado com um oxímetro. Se a taxa de oxigenação for menor do que 95%, outros exames devem ser realizados para confirmar o diagnóstico.

  

Por que o coração não se forma corretamente?

A principal causa é genética. Se há casos de cardiopatias congênitas na família, a gestação precisa ser acompanhada com mais cuidado.

Doenças infecciosas como a rubéola, contraídas até o terceiro mês de gestação, elevam o risco, assim como o consumo de álcool e drogas durante a gravidez. Além disso, algumas doenças cromossômica, como as síndromes de Down, DiGeorge, Noonan e trissomia 13 aumentam a probabilidade de más-formações no coração.

 

E quando não se descobre o problema no pré-natal ou na maternidade?

Os quadros mais leves não têm sintomas, mas, ao longo dos anos, o mau funcionamento do coração vai sobrecarregando o organismo. Os efeitos dessa sobrecarga se manifestam mais tarde, durante a infância, adolescência ou até mesmo na vida adulta.

 

Veja quais são os principais sintomas:

  • Cianose (pele com coloração azulada);
  • Falta de ar;
  • Pneumonias de repetição;
  • Tosse;
  • Cansar-se rapidamente após exercícios;
  • Tonturasou desmaios;
  • Inchaço

 

Check-up: a melhor prevenção

Crianças com pais e avós que têm colesterol elevado devem fazer o primeiro check-up cardiológico aos 2 anos de idade. As demais podem começar entre 5 e 10 anos ou antes de iniciar uma atividade esportiva, inclusive as aulas de balé ou a escolinha de futebol. Crianças obesas também precisam de uma visita ao cardiologista.

Algumas cardiopatias se agravam antes de apresentar qualquer sintoma. Assim, quanto mais cedo for diagnosticada a má-formação, menos impactos irá causar ao organismo. É como desarmar uma bomba-relógio antes de ela explodir. Depois do diagnóstico, o cardiologista saberá qual o melhor tratamento indicar. Às vezes, uma cirurgia pode ser necessária para corrigir o problema.

Na maioria das vezes, entretanto, quando precocemente diagnosticada, a vida da pessoa segue normalmente. É permitido inclusive fazer as atividades físicas que protegem o coração de outras doenças, como a hipertensão e o diabetes.

 

O Hospital Presidente conta com uma equipe de cardiologia altamente eficiente e bem preparada para atender crianças, adolescentes e adultos.

 

Para agendar sua consulta ou check-up você pode ligar para (11) 2261-6611, ramal 1085, e falar com a Ana Paula ou enviar um e-mail para [email protected]

 

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