fbpx

Distanciamento social: quatro dicas para estar perto mesmo de longe

idoso-distanciamento-social

Distanciamento social não pode ser sinônimo de isolamento afetivo.

A vacina está perto, mas ainda não chegou e as férias podem ser um momento de ainda mais solidão para os idosos. Algumas famílias viajam e é difícil não se sentir excluído por não poder ver os netos ou participar dos passeios. Porém, não é preciso estar junto para demonstrar carinho. É possível ajudar a alegrar o dia a dia dos idosos com pequenos gestos cheios de atenção. Confira nossas dicas para enfrentar o distanciamento social.

 

Distanciamento social ainda é a melhor forma de evitar a covid-19. Isso significa que os idosos, grupo de risco para o desenvolvimento da forma grave da doença, devem ficar em casa. Não é fácil ficar longe da família, mas você pode ajudar.

1. Idoso, sim; criancinha de novo, não

A primeira dica é a mais importante: é preciso respeitar as decisões e a autonomia de cada um. Os idosos precisam de ajuda para as tarefas fora de casa, como as compras, mas tente deixar as decisões por conta deles, inclusive com as pequenas atitudes, como a lista de compras para o supermercado ou a farmácia ou lembrar a data de vencimento das contas. É preciso que eles se sintam independentes. Não se mostre ocupado demais, de modo que seja um sacrifício assumir as tarefas: pelo contrário, mostre que você fica feliz em ajudar.

 

2. Encontre novos jeitos de se comunicar

As visitas e os abraços estão proibidos, mas isso pode ser um incentivo para os velhinhos mais resistentes se aproximarem da tecnologia. Seja paciente, apresente aplicativos para videoconferências, trocas de mensagens e outras funções que você acha que possam interessá-los. Valem jogos de tabuleiro on-line, sites com receitas novas e até grupos de conversa com outros idosos. Esteja disponível para as dúvidas e incentive outras pessoas da família a participar dessa interação.

A tecnologia não funciona com seus pais e avós? Encontre outro jeito de se aproximar. Do que eles gostam: filmes, livros, música? Escolha algo que você sabe que eles vão gostar e envie de presente. Se for um filme ou um livro, assista e leia também para poder fazer comentários. Vale até inventar um desafio sobre quem monta um quebra-cabeça de mil peças primeiro, mas, cuidado: não adianta impor tarefas chatas apenas para ocupar o idoso. Ele vai perceber e o efeito vai ser muito negativo. É preciso se envolver de verdade e que seja algo de que ele gosta.

 

3. Providencie surpresas

Os tempos estão difíceis para muitas famílias, mas com pouco dinheiro é possível emocionar. Quando foi a última vez que você mandou flores para a sua mãe ou avó? Já pensou como elas ficarão felizes com essa surpresa e com um cartão dizendo que você morre de saudades?

O que faz sucesso é comida? Envie uma pizza ou uma sobremesa que você provou e adorou. Lembre-se que eles não têm a mesma performance que os mais jovens com os aplicativos. Ajude-os a encontrar opções para animar a rotina.

 

4. Esteja atento

Às vezes, nem todo apoio e carinho da família conseguem ajudar. É preciso observar a presença de alguns sintomas do distanciamento social:

  • Apatia profunda ou grande inquietação;
  • Negligência com responsabilidades, cuidados pessoais e até o uso de remédio;
  • Diminuição da autonomia, com confusão mental e esquecimentos constantes;
  • Indiferença com as atividades antes prazerosas;
  • Dificuldade para sair da cama pela manhã;
  • Irritabilidade ou agressividade.

 

Se você perceber que esses sintomas estão muito presentes é hora de buscar ajuda. O primeiro passo pode ser agendar uma consulta. Não sabe que especialista procurar? Talvez um clínico geral possa ajudar a interpretar os sintomas e indicar o melhor profissional, se for preciso. Para agendar uma consulta é só ligar para (11) 2261-6611, ramal 1085, e falar com a Ana Paula. Você pode também enviar um e-mail para [email protected].

 

Leia também:

·         Hospital Presidente: nós estamos aqui por você

·         Coronavírus: saiba como se proteger e reduzir os riscos de contaminação

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *