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Calendário de vacinação adulto

Calendário de vacinação adulto

Fake news sobre a vacinação ameaçam 2 milhões de vidas todos os anos, segundo o UNICEF.

 

Nos anos 1980 e 1990 era impensável não vacinar as crianças. As campanhas geravam filas enormes, algumas vezes animadas pelo Zé Gotinha para afastar o medo da injeção, mas, hoje, a realidade é bem diferente. A cobertura vacinal em todo o país vem diminuindo ano a ano e abrindo a porta para a volta de doenças consideradas erradicadas, como o sarampo. Confira o calendário de imunização a seguir e proteja-se com as vacinas.

 

Os estudos científicos são unânimes. As vacinas são uma revolução para a saúde. Acredita-se que só o acesso à água potável pode salvar mais vidas do que as vacinas. Então, por que as pessoas estão deixando de se vacinar?

Há cientistas que defendem que somos vítimas da eficiência. Com a erradicação de doenças como a poliomielite e o sarampo, as pessoas esquecem o risco que elas podem causar. É por isso que muita gente acha que não precisa se vacinar.

Há também o papel das fake news, com a disseminação de histórias tão absurdas que o Ministério da Saúde criou uma página apenas para desmenti-las. Antes de acreditar em alguma mensagem que você recebeu, vale conferir na página governamental se ela é realmente verdadeira.

 

Como posso saber se uma vacina é realmente segura?

A primeira coisa a pensar é que as vacinas passam por uma rigorosa certificação durante seu desenvolvimento científico. Mesmo a vacina contra a covid-19, criada em tempo recorde, não chegou até a população antes de comprovar sua eficácia e segurança.

Quem determina se uma vacina é segura não são os laboratórios e cientistas, mas a Anvisa. São exigidos testes em milhares de voluntários e é preciso comprovar que não há efeitos colaterais graves. Ou seja, a vacina não apenas protege contra a doença, estimulando o organismo a produzir anticorpos que o imunizam, mas não causa outras doenças e nem efeitos colaterais graves.

Assim, quando o Ministério da Saúde inicia uma campanha de vacinação, todos os estudos já foram feitos para assegurar que aquela é uma vacina segura. E mais importante: se milhões de reais estão sendo envolvidos em uma campanha é porque há uma ameaça real.

 

Dá para saber se você está imunizado?

Todas as pessoas recebem ainda na infância a Carteira Nacional de Vacinação. É nela que se registram todas as vacinas que se recebe durante a vida.

As vacinas iniciais são necessárias ainda no primeiro ano de vida do bebê. A maioria está disponível no Programa Nacional de Imunização. É só ir até a unidade básica de saúde (UBS) e receber a vacina gratuitamente.

Há vacinas que precisam de doses de reforço durante a infância. O que muitas pessoas ignoram é que algumas vacinas precisam de reforço também na vida adulta. Saiba quais são essas vacinas e confira se você precisa ir a uma UBS:

  • Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) – 2 doses entre 20 e 29 anos e dose única entre 30 e 59 anos
  • Hepatite B – 3 doses entre 20 e 59 anos, com intervalo de 30 dias após a 1ª dose e de 180 dias após a 2ª dose. A partir dos 60 anos, apenas para quem não foi vacinado anteriormente.
  • Dupla bacteriana adulto – dose de reforço a cada 10 anos a partir dos 20 anos
  • Febre amarela – dose única entre 20 e 59 anos

 

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