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Enfermagem e o seu o papel dentro do hospital

enfermagem

O profissional de enfermagem faz muito mais do que levar o remédio na hora certa

 

O enfermagem é uma das especialidades mais importantes para a qualidade de um bom hospital. O contato próximo com o paciente exige domínio de todas as técnicas e procedimentos, mas também um olhar humanista para a dor e para os pacientes. Saiba mais sobre os desafios desses profissionais no texto a seguir.

 

Não há nenhum romantismo em afirmar que o profissional de enfermagem é fundamental no funcionamento de qualquer hospital. A definição da palavra que nomeia essa profissão é clara: aquele que cuida do enfermo.

Estes profissionais tem um papel muito mais importante do que levar o remédio na hora certa. Eles também não são simples assistentes do médico responsável. A enfermagem é a ponta dos cuidados médicos que chega de forma mais efetiva até o paciente. O contato mais estreito da enfermagem com o paciente também ajuda na comunicação. Muitas vezes é aos ouvidos dos enfermeiros que chegam as informações mais importantes para a equipe médica e multiprofissional.

 

O papel da enfermagem

A formação acadêmica começa com 4 anos de graduação em nível superior e segue por muitas especializações. As opções são quase infinitas: obstetrícia, pediatria, medicina intensiva ou preventiva, só para citar alguns exemplos.  O Brasil tem um pequeno exército de enfermeiros, são mais de 1,6 milhão de profissionais de acordo com o Conselho Federal de Enfermagem.

No hospital, de forma simplista, a enfermagem é responsável por administrar os medicamentos e acompanhar a evolução do quadro clínico dos pacientes. Os primeiros sinais de melhora, ou piora, principalmente nas mudanças repentinas, muitas vezes chegam primeiro à enfermagem.

Os enfermeiros também são responsáveis pelo primeiro atendimento aos pacientes.  São eles que fazem a medição dos sinais vitais, como batimentos cardíacos, pressão arterial e nível de oxigenação. Entre suas atribuições também estão a coleta de exames, assistência a procedimentos e colocação de acessos, entre tantas outras atividades.

É também o enfermeiro quem organiza o fluxo de atividades dos técnicos e auxiliares de enfermagem. É quase como tocar e reger a orquestra ao mesmo tempo.

 

Elo de comunicação

A natureza das atribuições da enfermagem deixa estes profissionais em contato mais próximo com os pacientes. No caso de internação, por exemplo, o médico está com o paciente apenas em breves consultas. Mas o enfermeiro ou enfermeira irá até o quarto várias vezes por dia.

É por isso que muitas queixas chegam primeiro a estes profissionais. Geralmente, são informações valiosas. Assim, a enfermagem acaba atuando como uma ponte entre o paciente, o médico e demais especialistas, como os nutricionistas e fisioterapeutas.

 

Conforto aos familiares

Hoje, um cuidado global com a saúde do paciente exige um atendimento humanizado. E não só do paciente, mas com toda a família. Muitas vezes, é à enfermagem que chegam as dúvidas mais práticas sobre como ajudar o paciente em sua recuperação.

 

Nos momentos difíceis, estes profissionais podem oferecer uma palavra de conforto ou esperança. Pode ser enquanto a família espera o resultado de uma cirurgia, ou quando o tratamento ainda não trouxe as boas notícias esperadas. A esses profissionais não é exigida apenas a capacitação técnica, mas também a sensibilidade de confortar a dor de pacientes e familiares. É um desafio. Mas é também um dom.

 

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